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Mostrando postagens de 2013
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Caros professores, não se ensina (e não se aprende) nada sem liberdade Por Eddo Rigotti O ensino é possível se, para além do professor, exista alguém que aprenda e algo que é aprendido. Antes, quem aprende e a coisa aprendida são, a bem dizer, os fatores constitutivos da aventura do ensino. Aprendemos, de fato, infinitas coisas sem que ninguém propriamente no-las ensine: aprender a nossa língua (que, às vezes, é o nosso dialeto) com os pais não é como aprender a gramática ou a ortografia com o professor. Aprender a língua com os pais é aprender a partir da experiência, do relacionamento direto com a realidade humana e não humana que nos circunda, interagindo na experiência mediada pela comunicação com os nossos pais e os outros adultos. É assim que aprendemos, algumas vezes às nossas custas e outras com vantagem para nós, que a água pode ferver ou congelar, que os figos são mais doces do que as maçãs, que a faca corta e que a rosa pode também cheirar (e a camélia, porém, não)...
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Bridge over troubled water By Simon and Garfunkel When you're weary Feeling small When tears are in your eyes I will dry them all I'm on your side When times get rough And friends just can't be found Like a bridge over troubled water I will lay me down Like a bridge over troubled water I will lay me down When you're down and out When you're on the street When evening falls so hard I will comfort you I'll take your part When darkness comes And pain is all around Like a bridge over troubled water I will lay me down Like a bridge over troubled water I will lay me down Sail on Silver Girl, Sail on by Your time has come to shine All your dreams are on their way See how they shine If you need a friend I'm sailing right behind Like a bridge over troubled water I will ease your mind Like a bridge over troubled water I will ease your mind
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Quando um professor é credível? Por Guido Gili Um sociólogo contemporâneo, Norbert Elias, observou que existem três modos para conhecer a realidade, três formas principais de aprendizagem. 1. Antes de mais, nada, é possível conhecer por experiência direta, ou seja, quando somos testemunhas de um fenômeno ou de um evento e a nossa inteligência é interrogada acerca do que acontece. Portanto, conhecemos um fenômeno ou um evento vendo-o e “vivendo-o” diretamente, participando dele diretamente. O conhecimento imediato no mundo da vida cotidiana, mas também o conhecimento científico – através da observação experimental ou da pesquisa de campo – constituem modalidades diversas desta primeira forma de conhecimento e de aprendizagem. 2. Também é possível conhecer a prender através da observação e da imitação do comportamento de um outro. Isto acontece, por exemplo, no caso do conhecimento prático: por muito tempo a aprendizagem de um profissão aconteceu através desta modalidade e ...
A urgência de se refletir sobre a linguagem e as novas tecnologias... Discurso do Santo Padre Bento XVI aos participantes da Assembleia Plenária do Pontifício Conselho das Comunicações Sociais Sala Clementina Segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011. Caros Irmãos e Irmãs, estou feliz de poder vos acolher por ocasião da Plenária do Dicastério. Saúdo o Presidente, D. Claudio Maria Celli, a quem também agradeço as cordiais palavras, os Secretários, os Oficiais, os Consultores e todo o Pessoal. Na Mensagem para a Jornada Mundial das Comunicações Sociais deste ano, convidei a refletir sobre o fato de que as novas tecnologias não somente mudam o modo de comunicar, como também estão operando uma vasta transformação cultural. Vai se desenvolvendo um novo modo de aprender e de pensar, com inéditas oportunidades de estabelecimento de relações e de construção de comunhão. Gostaria, agora, de me dedicar a falar sobre o fato de que o pensamento e a relação acontecem sempre na mod...
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Caro ateu, não ceda aos novos ídolos... Entrevista realizada por Lorenzo Fazzini Um “desafio” saudável lançado aos ateus para que sejam, de verdade, sem ídolos. E continuem capazes de se abrir a “uma espera do inesperado” que pode ter o rosto de Cristo, o Deus recusado pelos crentes de seu tempo. Fabrice Hadjadj, filósofo francês, convertido ao cristianismo, vai falar esta noite na Universidade Católica de Milão (na Aula Magna , às 21h), sobre “Modernidade e modernismo. A propósito do senso religioso” Deus. Podemos falar disso com os não crentes? É preciso reconhecer que a primeira dificuldade consiste no discutir a esse respeito com os crentes. É o Evangelho que nos ensina: Jesus não se dirige aos ateus, mas aos especialistas da fé, escribas e fariseus. Ele quer revelar a eles o mistério do Pai. Mas, eles não o compreendem, e acabam por crucificá-lo. É difícil para nós admitir que foram alguns crentes que levaram o Filho de Deus à morte. Quando se acredita, seria neces...
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O mito da excelência: corrida em direção à felicidade ou em direção ao nada? Por Anna Alemani Alguns dias atrás, no ginásio de uma escola de bairro (Paulus Hook, Jersey City, NJ), assisti à projeção de Race to Nowhere (Corrida para lugar nenhum; ndt ), um documentário sobre um aspecto muito debatido do atual sistema escolar dos Estados Unidos: a crescente pressão a que são submetidos os estudantes para atingirem a excelência – acadêmica, mas não só. Race to Nowhere concentra-se sobre o caso dos adolescentes que frequentam a escola, mas a corrida começa quando ainda são pequenos: todo o sistema escolar público está se transformando num mecanismo para formar e selecionar os estudantes melhores, aqueles destinados a vencer a competição com os seus coetâneos e entrar nas universidades mais prestigiosas dos EUA, ter acesso às profissões mais desejáveis, ganhar o máximo e poder, finalmente, viver contentes. Vicki H. Abeles, diretora de primeira viagem, aponta o dedo contra os p...